Impostos da clínica de harmonização: o básico que o profissional precisa saber
Muitos harmonizadores crescem no faturamento e só descobrem o peso dos impostos quando o dinheiro some do caixa. Entender o básico ajuda a precificar certo e a conversar com o contador.
Pessoa física ou CNPJ
Atender como pessoa física costuma pagar mais imposto conforme o faturamento cresce. Com CNPJ, o planejamento fica mais fácil.
Simples Nacional
É o regime mais comum para clínicas pequenas, com uma guia mensal que reúne vários tributos.
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Em algumas atividades, a relação entre folha de pagamento, incluindo o pró-labore, e o faturamento muda a alíquota. Pergunte ao contador se vale para o seu caso.
Pró-labore
É a sua remuneração como sócia. Definir um valor fixo organiza o caixa e pode influenciar o imposto.
Nota fiscal
Emita para todos os atendimentos. Além de obrigatória, protege a clínica em uma fiscalização.
ISS
Imposto municipal sobre serviços. A alíquota muda conforme a cidade.
Imposto no preço
Inclua o imposto no cálculo de cada procedimento. Preço sem imposto é margem ilusória.
Um exemplo
Uma biomédica descobriu que, ajustando o pró-labore com o contador, a clínica passava a pagar uma alíquota menor. A economia pagou a contabilidade do ano.
Por onde começar
Separe as contas da clínica das suas, peça ao contador uma simulação dos regimes possíveis e revise o preço dos procedimentos com o imposto incluído.
Erros comuns
Misturar contas pessoais e da clínica, não emitir nota e escolher o regime sem simulação.
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Falar no WhatsAppPerguntas frequentes
Qual o melhor regime de imposto para clínica de harmonização?
Depende do faturamento, da folha de pagamento e da atividade registrada. Muitas clínicas pequenas usam o Simples Nacional, mas a decisão deve ser feita com um contador que simule os cenários.